quinta-feira, 19 de novembro de 2009

OFICINA GESTAR II
UNIDADES 07 E 08 TP2
A ARTE: FORMAS E FUNÇÕES
LINGUAGEM FIGURADA
VILA RICA, 09 DE NOVEMBRO DE 2009
FORMADOR: VALCIR TREVISAN


Após vários meses de intenso trabalho, muitas alegrias e algumas frustrações, realizamos a última oficina de TP do Programa Gestar II, 2009.
Mais uma etapa está chegando ao final, etapa que, segundo os próprios cursistas trouxe um novo alento às áreas de Língua Portuguesa e Matemática em nosso Município. Temos convicção que o Gestar sozinho não conseguirá dar o salto de qualidade que nossa Educação está esperando, mas temos certeza que sua contribuição será decisiva na melhoria do processo ensino/aprendizagem que buscamos.
O grande diferencial do Gestar é o casamento perfeito entre teoria e prática, pois ao mesmo tempo em que o professor dedica-se aos estudos teóricos tem a oportunidade de colocar em prática suas estratégias e convicções acerca do que estudou, adequando e melhorando, inclusive, aquilo que, a priori, não deu certo.
Discutimos sobre a importância da arte como “alimento” da alma, e interpretação da realidade, componente fundamental no estímulo à imaginação, e as várias manifestações artísticas que muitas vezes passam despercebidas pelos professores e alunos, e sobre a importância de ensinar aos alunos o gosto e a sensibilidade na apreciação das várias formas de arte.
Discutimos também a importância da linguagem figurada, que faz parte do nosso cotidiano, mas que muitas vezes, nem percebemos, porém a literatura utiliza constantemente as figuras de linguagem para fazer a representação estética da obra, o que faz com que o leitor possa mergulhar num mundo totalmente fantasioso e desenvolva a imaginação, tão necessária para a nossa saúde mental.
Na troca de experiências, foi relatada a dificuldade dos alunos entenderem a composição Fantasia de Chico Buarque pelo contexto histórico e pelo período político retratado na música e pelo momento atual vivido pelos alunos, mas que trouxe grande contribuição para o conhecimento e formação dos mesmos.
Na parte final da oficina os cursistas desenvolveram a atividade proposta pelo Programa que consistiu na elaboração de uma análise da charge Marx, do chargista Quino e da confecção de um bilhete ou cartão, dirigido ao patrão.
Todas as produções realizadas trouxeram o elemento humorístico (ironia) como base da atividade.
Para a próxima oficina será realizada a apresentação dos projetos e a avaliação do programa durante o ano de 2009.
OFICINA GESTAR II
UNIDADES 05 E 06 TP2
GRAMÁTICA: SEUS VÁRIOS SENTIDOS
A FRASE E SUA ORGANIZAÇÃO
VILA RICA, 26 DE OUTUBRO DE 2009
FORMADOR: VALCIR TREVISAN

Iniciamos a oficina discutindo os diferentes tipos de gramáticas e seus usos, principalmente o cuidado que os professores devem ter de não desvalorizarem a gramática interna dos alunos e valorizarem somente a gramática normativa fazendo com que os alunos tenham a sensação que estão estudando uma língua diferente. Daí vem comentários como não consigo aprender português, não gosto de estudar português. Outro fator discutido foi o conceito de gramática normativa e norma culta, destacada como um dialeto privilegiado dentre todos e fazendo-nos entender que os demais são incultos ou inferiores. O que caracteriza uma discriminação inaceitável no processo ensino/aprendizagem.
Foram discutidos os textos “A tinta de escrever” e “Osarta”. Destacamos que as características da Escola Osarta do Pensamento, continuam vivas na postura de muitos dirigentes escolares e professores, mesmo com todas as tentativas de mudanças, e muitos alunos “são calados” para que a hierarquia prevaleça e o status quo permaneça inalterado, trazendo a sensação de tranquilidade e ausência de problemas.
Sobre o texto “A tinta de escrever”, destacamos o cuidado que os educadores de Língua Portuguesa precisam tomar para não se tornarem “caçadores de erros” dos alunos, sempre prontos para apontar erros e nunca abertos a valorizar o conteúdo, as ideias, a estrutura, a argumentação, coerência, coesão,etc. devemos trabalhar a correção, mas sem transformá-la num trauma para os alunos.
O avançando na prática que gerou maiores comentários foi sobre o professor inesquecível, de Ivan Ângelo, pois expõe os perfis e personalidades dos professores, inclusive daqueles que os alunos não gostam. A importância do trabalho é fazer com que cada professor tenha autocrítica e capacidade de análise para absorver as críticas e falhas apontadas pelos alunos, sem mágoas ou rancores e, através delas, melhorar o relacionamento com a turma e investir numa melhor qualidade das aulas.
A etapa seguinte consistiu na realização da atividade proposta no TP, antes do encerramento da oficina assistimos ao vídeo motivacional Ballet para que cada cursista retornasse para seu trabalho com a mensagem fixada em sua mente.

O TEXTO COMO CENTRO DAS EXPERIÊNCIAS NO ENSINO DA LÍNGUA

OFICINA GESTAR II
UNIDADES 03 E 04 TP1
O TEXTO COMO CENTRO DAS EXPERIÊNCIAS NO ENSINO DA LÍNGUA
A INTERTEXTUALIDADE
VILA RICA, 19 DE OUTUBRO DE 2009
FORMADOR: VALCIR TREVISAN

Iniciamos a oficina reunindo os dois grupos (língua Portuguesa e Matemática) e apresentamos os slides O dia do Professor, cuja temática remete-nos a uma reflexão sobre a relação professor/aluno no processo ensino/aprendizagem, também utilizamos a apresentação para homenagear os Educadores que participam do Programa, pois não houve comemoração da data em Vila Rica.
A segunda apresentação foi do documentário A história das coisas que mostra como o processo atual de indução às pessoas a comprarem desenfreadamente para buscar a satisfação pessoal e a aceitação na sociedade. Destaca-se o modelo americano de considerar tudo descartável e substituível num curto espaço de tempo e como a mídia é utilizada para reforçar a ideia de que a busca pela satisfação pessoal está no shopping.
Retrata também o processo desenfreado de poluição com elementos venenosos, cuja ação destruirá a vida caso não se tome providências para reverter esse quadro.
A terceira apresentação foi do slide Educação e Tecnologia mostrando a importância da tecnologia na nossa vida e da necessidade dos educadores se atualizarem constantemente para utilizarem corretamente os recursos tecnológicos para a melhoria do trabalho docente.
Após as apresentações e discussões, cada grupo foi para a sua sala para dar continuidade aos trabalhos.
Durante a troca de experiências foram relatados exemplos de atividades com intertextualidade que deram bons frutos e trabalhos com o texto Porã, pois alguns alunos ainda nutrem um preconceito muito grande com relação aos povos indígenas, influenciados pelos pais vindos de outras regiões do Brasil ou da própria má fama que alguns atribuem aos indígenas da região por chamá-los de preguiçosos.
Porém, é importante destacar que temos alunos indígenas estudando em Vila Rica devido à proximidade das nações Tapirapé e Carajá, nos municípios vizinhos de Santa Terezinha e Confresa, o que torna o trabalho de combate ao preconceito e segregação ainda mais necessário.
Na parte final da oficina os professores realizaram a atividade de planejamento de leitura e produção de texto proposta pelo TP, cujo tema A LÍNGUA, rendeu boas discussões no momento da atividade.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Alimentação e Saúde – Sistemas de Equações Lineares















































































SESSÃO COLETIVA 12
TP6 -- Unidade 23
Alimentação e Saúde – Sistemas de Equações Lineares
09/10/2009

Esta Sessão Coletiva centrou–se na questão de sistemas lineares de duas equações e duas incógnitas e inequações do 1º grau, que teve a duração das 14:30 às 18:30 horas, no dia 09 de novembro de 2009 na UNEMAT/VILA RICA – MT.
Partindo já para reta final do curso nesta oficina foi possível exibir o filme “O poder da visão” que mostra o quanto o ser humano é capaz de buscar coisas novas e não parar diante das dificuldades.
Na seqüência, procuramos discutir os encaminhamentos gerais do curso como: organização do portifolio, marcar a data da sessão coletiva para discutir a unidade 24 do TP 6, verificar o andamento do projeto de cada cursista e marcar a avaliação do curso.
Fizemos também uma discussão do texto de referência que traz o tema “explorar a Geometria, da orientação e do deslocamento”, com base nele, assistimos ao filme de desenho animado do Walt Disney, no qual o Pato Donald visita o mundo da Matemática (Pato Donald no País da Matemágica), neste foi possível observar de que maneira a Matemática aparece no nosso mundo, por meio da natureza e nas produções humanas. Com isso, ouve uma discussão em torno das resignificações das concepções acerca do conhecimento geométrico, para que o professor possa procurar novas concepções dos conceitos geométricos, buscando no processo de aprendizagem da geometria a sua importância no mundo em que vivemos. Para isso, temos o programa LOGO que pode muito bem auxiliar no processo de aprendizado da geometria, pois com ele o aluno organiza o pensamento e desenvolve o raciocínio, sendo um programa que pode ser baixado gratuitamente pelo site http://www.mat.ufrgs.br/%5e~edumatec/.
Para melhor auxiliar os cursistas na construção do portifólio, foi exibido um slide sobre a orientação e organização de um portifólio de “Cedna Maria Silva Lellis”, de Minas Gerais/2007, que mostra o que é, e porque usar um portifolio. Após a exibição deste slide, foi proposto a cada cursista para pegar o seu material produzido e deixado com o formador, como: relatórios, experiências e produções dos alunos, para organizar o seu portifólio.
Partimos então para transposição didática, na parte do Socializando o seu conhecimento e experiências em sala de aula, com os devidos registros e sistematizações das produções dos alunos, assim, abriu-se o espaço para que cada cursista pudesse apresentar a situação-problema trabalhada com seus alunos. De acordo com as apresentações e relatos de experiências, os outros cursistas iam participando com perguntas sobre o desenvolvimento das aulas dos mesmos. Pôde-se observar que, mesmos os professores/cursistas que desenvolveram a mesma situação-problema, através da transposição didática feita por eles, suas aulas e produções ficaram diferentes.
Na parte B da sessão coletiva, abre-se discussão da transposição didática em que utilizamos dos seguintes materiais: dois pratos para representar a balança, pincéis, copos vazios de filmes, dados, quadrados em duas cores representando as unidades. Com estes materiais, foi proposto a cada grupo elaborar um sistema de equação com duas variáveis, para que fosse resolvido utilizando os materiais acima citados. Assim cada grupo procurou resolver o sistema elaborado. Nota-se, que ao manusear o material concreto, os cursistas nunca tinham trabalhado sistema de equação utilizando este tipo material concreto para este fim, com isso, tiveram até certo grau de dificuldade, mas foi possível superar, e também viram a importância de se trabalhar nesta modalidade, pois deixa de utilizar inicialmente os métodos criados por alguém e passa desenvolver o raciocínio e a criatividade ao resolver os sistemas de equações, podendo inovar e utilizar de criatividade para resolver os mesmos, e posteriormente, apresentar aos alunos todos os métodos criados para resolução de sistema de equação para que seja resolvido de maneira mais rápida.
Na parte C procuramos dar o chamativo para próxima unidade, mesmo já tendo cumprido as doze sessões coletivas propostas no curso, com os cadernos de Teoria e Prática, vimos à necessidade de encontrar outro momento na próxima sessão coletiva para compartilhar as experiências desenvolvidas com os alunos em sala de aula, proposta na unidade 24 do TP6.













SESSÃO COLETIVA 11
Unidade 21

A Álgebra como ferramenta humana Frações e Frações Algébricas
26/10/2009

A sessão coletiva do TP5 unidade 20 e TP 6 unidade 21 que teve a duração das 14 às 18 horas no dia 26 de outubro de 2009 na UNEMAT/VILA RICA – MT.
Iniciamos a oficina com uma mensagem exibida através de um slide com o título “os olhos de quem vê” que pôde levantar uma discussão sobre moral da história, “não é o que você é, o que você tem, ou onde você está o que faz, que irá determinar a sua felicidade mas o que você pensa sobre isto! Tudo o que você tem depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza. aquilo que a pessoa é diante daquilo que tem”. Em seguida foi comentado que antes havia uma separação entre professores do município e Estado, agora isto esta acabando.
Após, a sala foi disposta em circulo para socializar as atividades da transposição didática, sendo uma situação problema e outra a atividade 14 da unidade 20, que os cursistas desenvolveram nas suas respectivas salas de aula. Os cursistas apresentaram os trabalhos desenvolvidos em sala com as amostras dos trabalhos dos alunos e a transposição didática feita de acordo com a fase e turma onde a atividade foi aplicada. Foi um momento muito proveitoso esta socialização.
Na seqüência, foi exibido outro slide, “o homem que calculava”, que mostra um trabalho com frações e com as operações de adição e subtração, cuja conclusão foi de que conforme a ordem trabalhada dá resultado totalmente diferente. Passamos então, para uma discussão coletiva do TP 6 unidade 21, a qual foi debatido como trabalhar as operações de adição e subtração de frações com denominadores diferentes utilizando o mínimo múltiplo comum. Pode-se usar apenas o múltiplo comum para multiplicar o numerador ou denominador por um mesmo número, pois a fração não se altera. Pode-se também exemplificar frações equivalentes pelas representações geométricas.
Com isso, os professores colocaram exemplo de alunos que relembraram conteúdos com frações, que tinham visto em anos anteriores, por terem utilizado material concreto, comparações com frações, fazendo representações geométricas ou desenhando figuras para fazerem as comparações.
Na parte B da transposição didática discutimos o produto notável, podendo ser resolvido mentalmente utilizando cálculos práticos. Logo na seqüência, foi proposto ao grupo a resolução das três atividades problemas, utilizando o método da inversão, na qual foi sorteada as atividades 1, 2 e 3, nos três grupos, para que pudessem desenvolver e apresentar as soluções encontradas. Nisto vimos o empenho e motivação dos cursistas no desenvolvimento das atividades, por ser problemas interessantes com textos significativos.
Na parte C, foi feito uma introdução à próxima unidade, que discute o tema central que são as migrações entre países diferentes ou em um mesmo país.

A Álgebra como ferramenta humana Frações e Frações Algébricas











SESSÃO COLETIVA 11
Unidade 21

A Álgebra como ferramenta humana Frações e Frações Algébricas
26/10/2009

A sessão coletiva do TP5 unidade 20 e TP 6 unidade 21 que teve a duração das 14 às 18 horas no dia 26 de outubro de 2009 na UNEMAT/VILA RICA – MT.
Iniciamos a oficina com uma mensagem exibida através de um slide com o título “os olhos de quem vê” que pôde levantar uma discussão sobre moral da história, “não é o que você é, o que você tem, ou onde você está o que faz, que irá determinar a sua felicidade mas o que você pensa sobre isto! Tudo o que você tem depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza. aquilo que a pessoa é diante daquilo que tem”. Em seguida foi comentado que antes havia uma separação entre professores do município e Estado, agora isto esta acabando.
Após, a sala foi disposta em circulo para socializar as atividades da transposição didática, sendo uma situação problema e outra a atividade 14 da unidade 20, que os cursistas desenvolveram nas suas respectivas salas de aula. Os cursistas apresentaram os trabalhos desenvolvidos em sala com as amostras dos trabalhos dos alunos e a transposição didática feita de acordo com a fase e turma onde a atividade foi aplicada. Foi um momento muito proveitoso esta socialização.
Na seqüência, foi exibido outro slide, “o homem que calculava”, que mostra um trabalho com frações e com as operações de adição e subtração, cuja conclusão foi de que conforme a ordem trabalhada dá resultado totalmente diferente. Passamos então, para uma discussão coletiva do TP 6 unidade 21, a qual foi debatido como trabalhar as operações de adição e subtração de frações com denominadores diferentes utilizando o mínimo múltiplo comum. Pode-se usar apenas o múltiplo comum para multiplicar o numerador ou denominador por um mesmo número, pois a fração não se altera. Pode-se também exemplificar frações equivalentes pelas representações geométricas.
Com isso, os professores colocaram exemplo de alunos que relembraram conteúdos com frações, que tinham visto em anos anteriores, por terem utilizado material concreto, comparações com frações, fazendo representações geométricas ou desenhando figuras para fazerem as comparações.
Na parte B da transposição didática discutimos o produto notável, podendo ser resolvido mentalmente utilizando cálculos práticos. Logo na seqüência, foi proposto ao grupo a resolução das três atividades problemas, utilizando o método da inversão, na qual foi sorteada as atividades 1, 2 e 3, nos três grupos, para que pudessem desenvolver e apresentar as soluções encontradas. Nisto vimos o empenho e motivação dos cursistas no desenvolvimento das atividades, por ser problemas interessantes com textos significativos.
Na parte C, foi feito uma introdução à próxima unidade, que discute o tema central que são as migrações entre países diferentes ou em um mesmo país.

Explorando conceitos matemáticos em uma discussão sobre a reutilização e uso de novas tecnologias

SESSÃO COLETIVA 10
Unidade 19

Explorando conceitos matemáticos em uma discussão sobre a reutilização e uso de novas tecnologias
19/10/2009

Nesta sessão coletiva TP5 unidade 18 e 19, em que foi trabalhada a Matemática e interações sociais, explorando conceitos matemáticos em uma discussão sobre a reutilização e uso de novas tecnologias, realizou-se no dia 19 de outubro de 2009 das 14:30 às 18:30 horas, na UNEMAT/ VILA RICA – MT.
Iniciamos trabalhando um slide “Dia do Professor” exibido para as duas turmas (Português e Matemática), mostrando a história de um aluno por um longo período do ano, observando as dificuldades do mesmo tanto na escola como em casa. Através de uma ficha de acompanhamento da sala de aula, sempre era relatado os problemas familiares que podia influenciar no aprendizado deste aluno, e como o professor podia auxiliar neste processo, procurando auxiliar na sua autoestima para continuar os estudos.
Em seguida trabalhamos um filme em forma de documentário “História das coisas” que mostra a evolução das coisas e como esta dita “evolução” influencia na vida das pessoas, na saúde, na economia, na política e no meio ambiente. Dando continuidade a este assunto, foi exibido outro slide sobre a “Educação, evolução e tecnologia”, da Profª Edilamar da Silva brandini, preparado para uma Oficina Tecnológica, que também mostra como se deu o processo histórico da comunicação, da linguagem, e da escrita do ser humano, desde os tempos antigos.
Na seqüência os professores/cursistas tiveram a oportunidade de relatar os experimentos das atividades propostas pelo curso gestar II em suas salas de aula, através da transposição didática, na qual desenvolveram a atividade 9 seção 2 unidade 18, em que foi possível cada cursista relatarem como se deu o envolvimento dos alunos na mesma, tanto na prática como nos cálculos da atividade, e alguns trabalhos dos alunos. Os professores mostraram que nesta atividade, foi possível utilizar objetos concretos como experimento, como: três mesas diferentes e três cadeiras diferentes para fazerem as combinações pedidas pela atividade, na qual, pelos relatos, nesta atividade os alunos tiveram mais facilidade para o entendimento do conceito e no desenvolvimento da combinação. Agora os que trabalharam apenas com as figuras ou com o desenho indicado no TP, os alunos já tiveram mais dificuldades no desenvolvimento da atividade ou mesmo nos cálculos.
Passando para parte A da sessão coletiva, pudemos discutir a serventia dos números primos e sua aplicação no cotidiano, foi observada também a utilidade da criptografia que é uma arte ou ciência de escrever em cifra ou em códigos, de forma a permitir que somente o destinatário a decifre e a compreenda. Foi colocado que esta codificação são feitas usando números primos grandes que, mesmo com os computadores atuais, levariam tempo para serem descobertos, assim, só quem tem a chave pode decodificá-los.
Discutimos a Conjectura de Goldbach de 1742 que diz: todo número par maior ou igual a 4 é a soma de dois números primos, a partir desta conjectura foi proposto aos professores/cursistas para verificarem se esta conjectura estava correta. Assim, ao verificar, podiam-se utilizar da calculadora para auxiliar nos cálculos descobrindo os pares de números primos, que somando dê um número par. Na qual, os cursistas se envolveram tanto que queriam encontrar o máximo de pares de números.

Na parte B, voltamos à discussão da transposição didática, como os recursos tecnológicos, no caso, a calculadora e o computador podem nos auxiliar no processo de ensino aprendizagem. Assim foi proposto a atividade 6 da sessão coletiva em dupla, para criarem uma atividade que utilize a calculadora em sala de aula, segue algumas delas:
1) números racionais: “usa-se os números 4;8;e 3 em uma calculadora que apresenta a seguintes operações: x,+ e -- e também parênteses, no qual os resultado dessas operações sejam iguais a 20, ou outro número a escolha, mas tem que ser par.
2) IMC peso /altur a2, calcula 1º a altura2 e memoriza na calculadora utilizando a tecla MR, depois coloca o valor do peso e aperta a tecla MRC, para concluir o cálculo.
3)calcular potência de número grande, exemplo: 99 e calcular o cosseno, senos e tangente com a calculadora científica.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Matemática e impacto social da tecnologia da informação

SESSÃO COLETIVA 9
Unidade 17
Matemática e impacto social da tecnologia da informação
28/09/2009

No TP4 unidade 17, trata da Matemática e impacto social da tecnologia da informação, realizada no dia 28 de setembro de 2009 das 14:30 às 18:30 horas, na UNEMAT/ VILA RICA – MT.
Nesta sessão coletiva, de início trabalhamos o texto produzido em um jornal no Dia Mundial do Meio Ambiente, baseado nele, fizemos algumas reflexões sobre a consciência ecológica. Considerando a importância de se fazer este tipo de discussão com os alunos na escola, em prol da consciência ou do comportamento ecológico, que isso será de grande proveito para o futuro da humanidade.
Na seqüência foi exibido o slide sobre “Quem Mexeu No Meu Queijo” que faz reflexão da necessidade de encontrar o novo cominho e atingir o sucesso de mudança. Não se confortar na mesmice ou na negação, e sempre procurar o novo, a mudança de hábitos velhos e se livrar do medo de procurar o novo, pois quando vence o medo, você sente-se livre para renovar as atitudes de trabalho.
Foi também exibido o filme sobre potência.pp5, no qual mostra as dimensões da potência de 10, do Micro ao Macrocosmo. No filme faz um passeio viajando em alta velocidade pulando em distâncias múltiplas de 10. Começamos com 100 e equivalência com 1 metro aumentando em proporções múltiplas de 10 seja, 101 ( 10 metros ) e 102 (10 x 10 = 10 metros ) sucessivamente, até o limite da nossa imaginação, na direção do macrocosmo. Depois retorna mais rápido, até o ponto de partida, para iniciar uma viagem inversa, ou seja, diminuindo as distâncias percorridas em proporções múltiplas de 10, para dentro da matéria, o microcosmo. Refletindo sobre as leis no universo é possível observar que o ser humano tem muito que aprender.
De acordo com a parte A da sessão coletiva, abre um espaço para “Socializando o seu Conhecimento e Experiências de Sala de aula” em que cada cursista pôde mostrar a situação-problema desenvolvida em sala de aula e as produções dos alunos, com as respectivas tarefas dos mesmos.
Na parte B, foi realizado uma atividade prática, em que foi possível organizar a turma em grupo e distribuído material, como papel pardo e folha de ofício para elaboração de cartazes e desenvolver os cálculos, podendo verificar de quantos modos diferentes poderiam estar desenvolvendo a atividade 1 e 2, através de diagrama, tabela, ou árvore de possibilidade, procurando observar a maneira mais adequada para a situação. Assim, nos grupos menores foram desenvolvidas as atividades, e posteriormente apresentadas para o grande grupo na turma.
Na parte C da sessão coletiva conversamos sobre os assuntos da próxima unidade, para impulsionarem a leitura e o desenvolvimento da unidade 18, que explorará novamente os métodos, o princípio fundamental de contagem e o raciocínio combinatório, priorizando assim a utilização da tabela, como uma outra forma de representação e de princípio multiplicativo.

A ÁGUA DOCE COMO UM BEM QUE SE TORNA CADA VEZ MAIS ESCASSO PARA A HUMANIDADE


SESSÃO COLETIVA 8
14/09/2009

Esta oficina do TP4 unidade 15 centrou-se na questão da água doce como um bem que se torna cada vez mais escasso para a humanidade. Realizada no dia 31 de agosto de 2009 das 14 às 18h, na UNEMAT/ VILA RICA – MT.
Iniciamos trabalhando dois slides “a perspectiva de Almeida Divino” incentivando o professor cursista a olhar para o tamanho do nosso universo, e que precisamos aproveitar o máximo de cada experiência a cada momento vivido e até mesmo a cada segundo, amplie sua visão e abra sua mente. Outro slide “o grande axioma da vida” de motivação, animando para não desanimar no meio do caminho, que o profissional que quiser ter sucesso e prosperidade precisa aprender a trabalhar a si mesmo com muita disciplina e persistência. Assim, após a exibição destes slides houve um momento para reflexão dos mesmos, buscando analisar e comparar com os textos de referência da unidade 14 “qual a diferença entre Multidiciplinaridade, Interdisciplinaridade e transdisciplinaridade” e também o da unidade 15 “Erros: mentiras que parecem verdades ou verdades que parecem mentiras” onde cada cursista teve a oportunidade de esgotar colocando sua opinião sobre os mesmos.
Na parte A da sessão coletiva, abriu-se espaço para o socializando o conhecimento da unidade 14, nisto foi possível cada cursista relatar suas experiências de sala de aula. O cursista A apresentou sua experiência com a situação problema 1, “Construção do sistema solar” mas que ainda não foi possível concluir o trabalho com os alunos, que apenas discutiu a situação-problema e eles ficaram empolgados com o assunto. O Cursista B, trabalhou situação-problema 5, que fala da nanotecnologia. Alguns computadores usam essas tecnologias, possuindo componentes de dimensões diminutas. Apresentou aos alunos um texto que fala da nanotecnologia, apresentou uma atividade do ENEM que enfoca os aparelhos de nanotecnologia, como os pendraves com possibilidade muito grande de armazenamento, uma bíblia eletrônica que pode colocar na ponta de um dedo. O cursista C introduziu a situação problema 3, um avião voando a uma distância constante do centro da terra igual a 6.390 km, segundo o professor cursista não pode concluir esta atividade devido a uma reunião pedagógica que teve na escola. O cursista C apresentou sua pesquisa através de um questionário, sobre Consciência Ecologia desenvolvida com 15 alunos do Ensino Médio da Escola Estadual Profª Maria Esther Peres.
Partimos para a parte B da sessão coletiva dividimos a turma em três grupos, para realizar a atividade prática de determinação de altura de uma construção. No qual cada grupo buscou uma parte que interessasse na escola para calcular uma altura, como altura de uma árvore no pátio, altura de uma coluna da escola, altura do telhado. Em que foi possível utilizar a semelhança de triangulo e comparar com altura de uma pessoa ou de um bastão.

NOSSO LOCAL DE TRABALHO







A FORMAÇÃO DO CIDADÃO/CONSUMIDOR CRÍTICO, PARTICIPATIVO E AUTÔNOMO


QUESTÃO DA FORMAÇÃO DO CIDADÃO/CONSUMIDOR CRÍTICO, PARTICIPATIVO E AUTÔNOMO, A PARTIR DO QUAL PODEMOS EXPLORAR SITUAÇÕES ENVOLVENDO MEDIDAS, O SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES, CONCEITOS DE NÚMEROS CORRETO E DUVIDOSOS E NÚMEROS SIGNIFICATIVOS, COM SUAS REPRESENTAÇÃO DOS NÚMEROS RACIONAIS, ATRELADOS À NOÇÃO DE MEDIDAS, A IDÉIA DE ERROS E MÉDIAS DE TENDÊNCIA CENTRAL

SESSÃO COLETIVA 7
31/08/2009

Esta oficina do TP4 unidade 13 propõe de início, a socialização de algumas atividades realizadas em sala de aula como transposição didática, realizada no dia 31 de agosto de 2009 das 14 às 18h, na UNEMAT/ VILA RICA – MT.
No primeiro momento da sessão coletiva foi apresentado o filme “O NUMERO 1” como motivação e discussão sobre A história da Matemática do texto de referência da unidade 11. Através da história da matemática é possível desenvolver no aluno a noção de conhecimento matemático, e que ela é uma produção humana, mas que pode ser explicada pela história dos homens, e que é possível construir a matemática nos mais diversos contextos socioculturais resolvendo situação-problema. Assim, se bem trabalhada pode servir para alunos, professores, pais e público em geral. Foi também discutida a história da matemática na formação do professor que é de fundamental importância. Procuramos discutir até que ponto o professor tendo uma visão fragmentada de um conteúdo matemático, pode ter reflexo no aprendizado do aluno, sobre a maneira de como foi trabalhado esse conhecimento.
Na parte A da sessão coletiva, alguns cursistas apresentaram o socializando conhecimento, atividades propostas para Sala de Aula, no qual o professor A apresentou a atividade 13 do TP 3 unidade 12 seção 3, que examina a interdependência entre a distância percorrida por um aluno e o tempo. Este professor apresentou todo o desenvolvimento da atividade, desde o momento do deslocamento da sala de aula, até o pátio da escola, as medidas encontradas com trena e com o cronômetro do celular, e o registro das medidas alcançadas. Depois retornou para sala de aula, fez os registros em tabela e a construção dos gráficos junto com os alunos. O professor B, também socializou o desenvolvimento da mesma atividade com sua turma, enfatizando que não foi possível desenvolver toda atividade, devido a turma ser mais de 30 alunos, e isso dificultou o processo da atividade, mesmo assim, levou a turma para o pátio da escola, separando em dois grupos: masculino e feminino para facilitar o trabalho. Nestes grupos foi possível desenvolver todas as medidas, a construção das tabelas e dos gráficos na lousa, pelos próprios alunos. Houve também a socialização do professor C, da pesquisa que seu grupo desenvolveu sobre a consciência ecológica, com um grupo de acadêmicos do município, em que foi possível constatar nesta pesquisa, que ouve um índice bom de altamente conscientizados. Nesta pesquisa, o grupo percebeu que não daria para analisar o comportamento ecológico somente com este questionário, e que precisaria de uma pesquisa mais detalhada e até mesmo de uma observação diária no grupo pesquisado, para conseguir bons resultados.
Na seqüência, trabalhamos a atividade 14 da Seção 3, na qual os cursistas puderam desenvolver os cálculos para verificar qual das duas formas de pagamento escolheriam? Os cursistas desenvolveram a atividade passo a passo, a cada dia dobrando o seu pagamento até poder constatar, a partir de qual momento é mais vantajosa uma proposta em relação a outra. Ao final perguntei a eles se teria outra possibilidade de cálculo para a mesma situação-problema que poderia alcançar o resultado de maneira mais rápida. Assim, eles começaram falando de seqüência numérica, e que existia a razão porque estava dobrando o valor a cada dia e também chegaram a conclusão que seria possível trabalhar pela soma da PG Sn= a1. (q1 – 1) / q – 1, e que utilizando esse processo seria possível chegar ao resultado mais rápido.
Na parte B, sobre discussão da transposição didática, foi possível realizar atividade voltada à tomada de decisão de uma compra a prazo, cada grupo desenvolveu a situação-problema apresentada, mostrando os resultados e suas opiniões sobre a aquisição do produto. Houve um consenso no grupo que pelo valor do juro, vai depender do objeto que irá adquirir, caso esse objeto for de utilidade diária e que não seja supérfluo é vantajosa a sua compra, mas se for um objeto ao contrário do que se diz é melhor esperar o tempo para realizar a compra.
Houve um grupo que elaborou uma seqüência didática desta situação-problema anterior, procurando adequar a uma situação que possa ser aplicado aos alunos de 6ª série. Primeiro faria uma pesquisa junto aos alunos, quais objetos que eles gostariam de para seu uso pessoal, e diante das respostas listadas, pediriam para eles sair a campo e fazer a pesquisa do valor de cada objeto individual e discriminado a maneira de pagamento se a vista, se tem desconto, ao preço normal ou se a prazo, se tem juros, qual a taxa de juros, se passa do dia de pagamento se tem multa além do juro. Com posse destes dados partiria para calcular e analisar juntos verificando a melhor forma de aquisição do objeto proposto.
USANDO O CONCEITO DE VARIÁVEIS PARA DISCUTIR ECOLOGIA
SESSÃO COLETIVA 6
17/08/2009

Esta oficina do TP3, unidade 11, trata de uma resolução de situação problema: ferramenta para generalizar padrões, realizada no dia 17 de agosto de 2009 das 14:30 às 18:30h na UNEMAT/ VILA RICA – MT.
Foi proposto no início da sessão coletiva um slide – Carta escrita no Ano 2070. Texto publicado na revista – Crônicas de los Tiempos de Abril de 2002. Após a apresentação do slide abriu-se para discussão no grupo o tema consciência ecológica e comportamento ecológico nos dias atuais. Também discutimos um questionário sobre ecologia para os cursistas fazerem uma pesquisa em seu ambiente de trabalho procurando adaptar a realidade de seu público. Nesta pesquisa podiam utilizar-se dos seguintes critérios para sua classificação: A (altamente conscientizado), B (bastante conscientizado), R (regular conscientizado), P (pouco conscientizado) ou N (nada conscientizado).
Como o tempo da sessão coletiva não dava para desenvolver a pesquisa, foi proposto aos cursistas se dividirem em duplas, para desenvolver em outro momento e trazerem os resultados na próxima sessão coletiva.
Na seqüência juntamos as duas turmas Matemática/Português para discutirmos junto ao coordenador do curso Gestar II de Vila Rica - MT, o andamento do curso e as dificuldades dos cursistas em estar participando das sessões coletivas, e quanto ao desenvolvimentos das atividades propostas pelo curso. Houve reclamações quase gerais, que o curso está muito corrido e que não dá tempo para desenvolver todas as atividades propostas. Admitindo que a proposta do curso em si, é muito boa, as situações problemas são bem significativas, mas não estão conseguindo desenvolver as atividades propostas pelas unidades dentro do tempo previsto.
No entanto, foi orientado que sua dedicação ao máximo nas leituras dos TPs, no desenvolvimento das atividades e fazerem a transposição didática das situações problemas para os alunos, é de grande proveito para seu aperfeiçoamento individual e profissional, e com certeza o maior beneficiado nesse processo é a aprendizagem do aluno.
Trabalhamos também algumas questões, como Reflexão do programa, as quais foram aplicadas aos cursistas, para serem respondidas, como: 1) Por que os alunos têm dificuldades de aprender Matemática? Quais as hipóteses? 2)Em que aspecto o Gestar II está ajudando a solucionar os problemas levantados na questão anterior? 3) O que mudou em sua sala de aula a partir do Gestar II? Por quê? 4) Qual a participação da Direção, coordenação, funcionários e professores com relação ao programa gestar II?
Veja algumas considerações dos professores/cursistas de acordo com questões acima:
1) “que a metodologia do professor não atingiu o aluno”; “o conteúdo trabalhado de maneira fragmentada sem nenhuma ligação com o contexto do aluno”; “os alunos tem dificuldade de associar uma teoria com a prática, tornando um mundo imaginário desconectado com os seus conhecimentos”; “dificuldade de interpretação”; “o aluno entra na escola sabendo contar, comparar e analisar matematicamente e logo no primeiro ano de escola é freado e começa a regressão em seu aprendizado tornando incapaz de resolver problemas”.
2) “se for trabalhado com seriedade, compromisso pode solucionar ou amenizar as dificuldades do professor em sala de aula”; “o conteúdo está sendo atropelado, a cada 15 dias, não podemos mudar de temática na sala de aula”; “os conteúdos são relacionados a questões do dia-a-dia, através das situações-problemas, porém é preciso mais tempo para trabalhar cada atividade de acordo com o desenvolvimento do conteúdo”; “o gestar trás um apoio de caráter metodológico para nós professores no que se refere a qualificação e a trabalhar conceitos matemáticos vivenciados pelos alunos em sua vida cotidiana”; “o gestar é um programa, que tem seus conteúdos bem organizados e distribuídos em redes, isso contribui muito para o aprendizado”.
3) “o gestar está possibilitando trabalhar de forma interdisciplinar quando há tempo e planejamento para a temática, quando não há, é um desastre”; “nas atividades que desenvolvi, os alunos ficaram motivados, pois atribuíram significados”; mudou em relação a prática de atividade ligada ao cotidiano do aluno”; “muitas das vezes não sabemos o momento oportuno, e como devemos trabalhar os conteúdos relacionados a prática para que este torne motivador e tenha participação de todos”; o gestar está me auxiliando para trabalhar matemática, considerando que não é minha área de formação, o gestar é muito válido”.
4) “ os professores e diretores têm se esforçado para o bom andamento do programa”; “ não temos espaços para estudar as questões do gestar com os colegas, temos que participar do projeto sala de professor com todos os professores e discutir assunto da escola”; “todos são empenhados no desenvolvimento de todos os projetos propostos”.

Percebe-se que em algumas respostas houve algumas contradições, mas no geral os professores estão gostando do programa e o interessante que os alunos estão bem entusiasmados com as atividades propostas pelo curso. Agora, os cursistas mostraram em suas respostas que está muito corrido, não dá tempo de desenvolver as atividades com toda dedicação e tempo, e isso dificulta tanto o seu aprendizado, como dos alunos.




VARIANTES LINGUÍSTICAS

OFICINA GESTAR II
UNIDADES 01 E 02 TP1
VARIANTES LINGUÍSTICAS: DIALETOS E REGISTROS
VARIANTES LINGUÍSTICAS: DESFAZENDO EQUÍVOCOS
VILA RICA, 28 DE SETEMBRO DE 2009
FORMADOR: VALCIR TREVISAN


Iniciamos a oficina com o vídeo TONY MELNDEZ com o objetivo de motivar o grupo a jamais desistir diante das adversidades. Após a apresentação, quase todos os presentes estavam emocionados.
A discussão sobre “norma culta” foi produtiva, pois levou o grupo a pensar sobre o cuidado que devemos ter ao valorizarmos demasiadamente a normatização da língua para não discriminarmos os alunos classificando-os como não cultos ou incultos por ainda não dominarem a norma padrão da língua. O efeito pode ser contrário e os alunos se sentirem incapazes de aprender a língua portuguesa por não dominarem a “norma culta”.
A escola deve propiciar aos alunos, experiências com todas as variantes lingüísticas. O convívio constante com usos diferentes das variantes lingüísticas faz com que os alunos percebam as diferenças e optem por uma ou outra em situações diferentes de comunicação. Considerar apenas a norma padrão como adequada é um exagero e desconsiderá-la também é um erro.
À medida que as pessoas aumentam sua escolarização, aumenta a preocupação com o uso da norma padrão porque as situações de comunicação e o mercado de trabalho exigem mais formalidades na fala e na escrita nas mais diversas situações e o estudante sente a necessidade de dominar cada vez mais a norma padrão para adequar-se às situações diversas.
O próximo passo foi a realização da atividade proposta pelo TP, na qual os grupos discutiram o texto apresentado e as questões sugeridas.




video

PROCESSO DE PRODUÇÃO TEXTUAL: REVISÃO E EDIÇÃO
















OFICINA GESTAR II
UNIDADES 23 E 24 TP6
PROCESSO DE PRODUÇÃO TEXTUAL: REVISÃO E EDIÇÃO
LITERATURA PARA ADOLESCENTES
VILA RICA, 14 DE SETEMBRO DE 2009
FORMADOR: VALCIR TREVISAN

Diante do fato de que os temas desta oficina são importantíssimos e geram polêmica devido aos resultados alcançados que muitas vezes não são satisfatórios decidimos escrever sobre o porquê das produções textuais não apresentarem um resultado satisfatório, já que a maioria dos alunos alega não conseguir produzir um bom texto.
Reproduziremos, a seguir, as opiniões dos cursistas distribuídos em grupos.
“Muitos são os desafios para conseguir produzir um texto que tenha coesão, coerência e que consiga desenvolver no mesmo o que realmente é proposto.
São vários os fatores que levam os alunos a não produzirem um bom texto, primeiramente a falta de preparação e conhecimento do professor, a forma que a produção textual é trabalhada e as próprias estratégias que utilizadas. O tempo que é disponibilizado para a escrita é insuficiente e uma estratégia fundamental e pouco utilizada é a correção justificada, correção esta que é feita com o próprio aluno abordando o porquê do erro. Muitas vezes até o espaço/ambiente contribui para a má produção textual por não proporcionar ao aluno o silêncio, a reflexão,...
Outro fator predominante é a resistência que o aluno tem para não aprender, para não produzir. O uso da oralidade constante muitas vezes influencia nos resultados de uma boa produção textual, pelo fato de o aluno não escrever para os outros lerem, deixando a desejar na escrita.
A leitura é, sem dúvida, outro fator fundamental para uma boa produção textual, mas, infelizmente, ela passa a ser tão complexa quanto a escrita. A falta de objetividade e o uso excessivo das regras gramaticais fazem com que os alunos não produzam textos conforme desejamos”. (IZAILDES, SHIRLEY, GILDA e SULA)

“Muitos mitos rondam a questão da produção textual na sala de aula, uns dizem que “bons leitores, bons escritores”, outros que os mais comunicativos e tagarelas produzem textos com mais facilidade.
Sabemos que as situações anteriores são verdadeiras até certo ponto. Nem sempre os bons leitores são bons escritores e nem sempre os tagarelas produzem um bom texto. Existem casos de pessoas que não possuem o dom da oralidade, porém escrevem com certa propriedade, outros leem muito e não conseguem escrever aquilo compreenderam. Podem até recontar a história lida, mas nem escrevem.
O processo de escrita é doloroso e exige dedicação, esforço e paciência para a refacção. Machado de Assis, por exemplo, considerado um grande escritor teve seus momentos de angústias e dificuldades com a escrita. Fato quase inacreditável! Nossos alunos também apresentam certas dificuldades ao escrever e cabe a nós professores analisar a origem desse aluno, de onde vem, o que faz, a estrutura familiar, econômica e social, que prazeres e desprazeres já vivenciou.
Diante de tudo isso, a pergunta permanece em nossa mente, por que nossos alunos não produzem textos conforme desejamos? Poderíamos arriscar algumas respostas, falta de leitura, falta de intimidade com a biblioteca, falta de conhecimento do tema abordado, a mecanicidade usada por alguns professores que passam um determinado título no quadro negro para que o aluno produza um texto sem antes discutir o assunto a ser escrito.
Até aqui o que tem prevalecido em grande parte é a falta de criatividade ao escrever um texto e a mesma pergunta: quantas linhas professora?
Podemos perceber, diante disso, que ainda falta para o nosso aluno o conceito do que é um texto e para que serve.
Quando trabalhamos de forma mais aprofundada um determinado assunto e este é de interesse do aluno a condição anterior pode ser amenizada, a leitura mais prazerosa, o conhecimento de mundo mais acessível e a junção dessas ideias com o aprofundamento das leituras. Um bom texto pode ser produzido após uma boa discussão”.
(MARILDES, LUSILENE, LIDIANE e ROSANGELA)

“- Às vezes, somos muito exigentes;
- não exploramos os temas de produção de forma que atinjam entendimento para produção escrita;
-não conhecemos bem nossos alunos para melhor atender suas necessidades;
- texto e sua finalidade de produção;
- desenvolver a habilidade e o gosto;
- criatividade e dinamicidade do professor;
- a atenção necessária interdisciplinar para desenvolver o interesse do aluno”.
(JOÃO BATISTA, JESUSMAR, MARISA)

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

ARGUMENTAÇÃO E LINGUAGEM











OFICINA GESTAR II
UNIDADES 21 E 22 TP6
ARGUMENTAÇÃO E LINGUAGEM
PRODUÇÃO TEXTUAL: PLANEJAMENTO E ESCRITA
VILA RICA, 31 DE AGOSTO DE 2009
FORMADOR: VALCIR TREVISAN

A oficina foi marcada por uma discussão sobre a postura de alguns cursistas que estão desmotivados a participar de cursos de formação continuada devido à desvalorização profissional por parte do poder público municipal que não incentiva os professores da rede a se atualizarem ou realizarem formação continuada, a situação salarial da categoria é desmotivadora e geradora de grandes discussões, por isso alguns optam em fazer cursos de especialização e abandonam o Programa Gestar II.
Como professor e formador do programa procurei mostrar ao grupo que o Programa Gestar II possibilita ao profissional de educação melhorar seu trabalho cotidiano e que, independente da desvalorização financeira e as más condições de trabalho, devemos investir nessa melhoria levando aos alunos uma educação de melhor qualidade.
Quanto a trocar o Programa Gestar II por uma especialização, não há nada a fazer, somente incentivar cada professor a buscar melhorias na carreira que escolheu.
A ação posterior foi a troca de experiências na qual cada professor presente expôs ao grupo o que realizou no Avançando na Prática para apreciação e comentários dos colegas.
A atividade coletiva ocorreu com a realização de duas crônicas pelos professores que foram divididos em dois grupos, um grupo escreveu sobre a docência e outro sobre um episódio constrangedor ocorrido numa escola estadual da cidade em que alguns professores (inclusive da coordenação) criticaram veementemente algumas professoras de Língua Portuguesa por terem trabalhado prostituição infantil na escola e trabalhado o filme “Anjos do Sol”, o fato rendeu inclusive uma denúncia à Secretaria de Educação do Estado.
OLHOS VENDADOS
“Até quando vamos fingir em não ver nossas crianças cuidando de outras crianças?
Os profissionais da Educação são podados ao trabalharem assuntos relacionados à prostituição infantil.
O filme ANJOS DO SOL, o qual retrata a prostituição infantil, mães que vendem as filhas para se livrar da responsabilidade. As meninas são levadas para um prostíbulo num garimpo. As cenas não são explícitas, no entanto subentende-se, os cafetões preferem crianças analfabetas.
Esse conteúdo fez repercutir uma polêmica deprimente associada aos idealizadores do projeto, mesmo sendo trabalhado detalhadamente com esclarecimento à comunidade, com pesquisa, palestrante da área de saúde e judicial.
Os pais que participaram, tiveram aceitação positiva, abrindo a visão em relação a nossa realidade que vem crescendo em grande número de prostituição precoce.
Através de pesquisas, foram detectados vários casos de crianças de 8 a 12 anos grávidas de pessoas próximas como: tios, padrastos e amigos da família.
Havendo uma preocupação em alertar os alunos e pais, surgiu a realização desse projeto.
No entanto, alguns colegas que se diziam tão esclarecidos repudiaram o projeto de conscientização dos nossos adolescentes, utilizando-se de hipocrisia dos valores éticos.
Ao discutirmos o filme na íntegra, alguns colegas criticaram que existiam cenas fortes, que o filme não foi bem escolhido, convocando todos os profissionais à assisti-lo, sendo que apenas uma professora sentiu-se emocionada, mesmo assim o caso foi denunciado à ouvidoria da Secretaria de Educação de Mato Grosso.
Após a análise do projeto pela SEDUC, a resposta foi louvável e que não haveria motivo para abertura de processo. No entanto, durante o período em que o projeto estava sendo analisado pela Secretaria de Educação, os professores passaram por humilhações e críticas.”
Autoras: Lidiane Heimerdinger Silva, Lusilene Alves A. Ferreira e Marildes Ribeiro de Souza.

DOCÊNCIA: UMA ROTINA PRAZEROSA

“É uma rotina que leva a vários prazeres e dissabores. Porém, esta contradição não leva àqueles que a possuem desistir dela ou mudá-la.
Levantar cedo, mais ou menos cinco da manhã, ir para o ponto de ônibus depois de realizar os deveres matinais, suportar o pesado sono da madrugadinha e resistir às trepidações das estradas são os pormenores mais comuns que recheiam a vida de quem trabalha nas escolas da zona rural.
Outros “prazeres” acontecem ao longo do dia como ficar sem o café da manhã devido ao pouco tempo para início das atividades diárias, lanchar o que, porventura, sobra, e ainda, testar a criatividade hora a hora dançando conforme a “música educacional”. É na famosa hora atividade, ao passo da escassez do material de apoio que o indivíduo se torna artista, criando e oferecendo suas atividades mais importantes. Uma vez que na relação aluno/professor/pais os descontentamentos da vida de professor não podem ocupar o primeiro lugar.
O momento de ministrar aulas é “sagrado”! Nada pode ser percebido, as barreiras enfrentadas até aquele momento devem ser insignificantes, o diálogo precisa ocorrer harmoniosamente sem interferências, mesmo que o desrespeito constante permaneça em evidência. Mas essa é a rotina implacável!!
Contudo, nesta vida de professor o ápice da questão ainda não está apenas nessas ações, é no ciclo vicioso do dia-a-dia que as diferenças vão apontando e ninguém entende por que o salário estadual dispara na frente do municipal, obrigando com isso a prática dos ditos “bicos”.
Mas, enfim, além de bater a poeira da estrada e encarar o serviço, nessa rotina de vida é preciso dar sequência às competências da profissão, sacudindo a poeira dos dissabores, pois uma coisa é certa – o sorriso e o otimismo não podem se equiparar a remuneração e os jugos que permanecem inertes.
Autoras: Gilda Maria de Oliveira Guimarães, Izaildes Cândida de Oliveira, Marisa Paulus Mota, Kiyoe Sasaki.

COESÃO TEXTUAL e RELAÇÕES LÓGICAS NO TEXTO

OFICINA GESTAR II
UNIDADES 19 E 20 TP5
COESÃO TEXTUAL
RELAÇÕES LÓGICAS NO TEXTO
VILA RICA, 17 DE AGOSTO DE 2009
FORMADOR: VALCIR TREVISAN

Iniciamos a oficina com o relato de experiências, no qual a maioria trabalhou o Avançando na Prática pg. 162, TP5, cuja atividade consiste em criar uma história a partir de um tema ou de um título dado. E Avançando na Prática pg. 196, trabalhar a organização do texto.
Como os professores/cursistas trabalham em escolas diferentes, as experiências com a produção e a metodologia utilizada também foi diferenciada o que proporcionou uma produtiva troca de experiências.
A segunda parte da oficina foi a apresentação de um questionário elaborado pelos formadores (Língua Portuguesa e Matemática), visando uma reflexão acerca do Programa e do trabalho desenvolvido nas escolas.
As questões foram:
- Por que os alunos tem dificuldades de aprender Língua Portuguesa e Matemática? Quais suas hipóteses?
- Em que aspectos o GESTAR II está ajudando a solucionar os problemas levantados na questão anterior.
- O que mudou na sua sala de aula a partir do GESTAR II.
- Qual a participação da Direção, Coordenação, Funcionários e Professores com relação ao GESTAR II.
A seguir transcreveremos algumas considerações dos professores/cursistas sobre as questões propostas.
“Acredito que seja porque os alunos não sabem realmente qual é a função da língua na vida de um ser quanto a sua relação social. A escola com seus funcionários não adotam métodos de ensino que contemplem esse aspecto, para trabalhar a linguagem de forma que o sujeito falante apenas aprimore na escola o seu conhecimento de fala e a passe para a escrita, e que, também, o ensino de linguagem produza sentido para os alunos.
O Gestar vem com um programa no qual o sujeito possa compreender a linguagem como função social, abrangendo todos os aspectos no sentido de fazer o aluno compreender como tudo na linguagem produz sentido.
A minha participação no Gestar fez com que eu me auto afirmasse nos métodos que utilizo no ensino da linguagem, pois traz a linguagem de forma bem simplificada e compreensível.
Não temos direção, e a coordenação acho que nunca leu um TP, e todas as vezes que fala sobre o Gestar é para passar recados. Em relação aos colegas e outros funcionários está tão difícil, pois só temos as quintas-feiras na hora atividade para falar e socializar, mas esse tempo é pouco, às vezes para os informes e problemas da escola.”
“A maior dificuldade que percebo entre os alunos, em relação ao português, se dá desde as séries iniciais. Onde o professor-mediador deveria despertar o interesse dos alunos, o que muitas vezes não acontece, e isso causa danos muitas vezes irreversíveis.
Minhas hipóteses são:
- quando o aluno entra na escola há o contraste de sua história de vida e a escola;
-as dificuldades que alguns professores têm em repassar os conteúdos;
- a discriminação do saber do aluno;
- a não leitura dentro e fora da escola;
- o não aproveitamento dos materiais elaborados pelos alunos.
Hoje consigo perceber essas dificuldades, que eu também contribui para que acontecessem com alguns alunos. Com o Gestar aprendi a ouvir mais o que meus alunos têm a dizer e o que estou fazendo que posso melhorar.
Porque a partir de um planejamento mais estratégico e fundamentado auxilia no ensino e na aprendizagem.
A dificuldade em relação ao envolvimento da escola é falho, porém por minha parte também, por não sentar e organizar com a coordenação e direção da escola. Quanto aos professores, a discussão sobre o curso é mais frequente devido às horas atividades.
No mais o Gestar só tem contribuído com minhas práticas pedagógicas.”
“Os alunos têm essa dificuldade de aprender português desde o começo na sua alfabetização onde os professores usam métodos ultrapassados e quando esses alunos chegam ao ensino fundamental já vêm com um certo trauma da leitura e escrita e até mesmo do professor dessas disciplinas. Se esses alunos viessem desde o começo com hábito de ler, o ensino seria bem melhor, pois a principal dificuldade é fazer com que os alunos leiam, seja texto, questões, livros, qualquer coisa.
Para melhorar deve haver mais incentivos de todos os professores e da escola para a leitura, projetos de leitura e atividades dinâmicas nas duas disciplinas.
Com o projeto Gestar II, nós professores, através da dinamicidade das atividades aos poucos estamos conseguindo reconquistar nossos alunos, tanto na leitura quanto na escrita, pois os Avançando na Prática são dinâmicos e nos dão novas ideias para trabalhar em sala de aula.
Com o Programa Gestar II também estamos conseguindo conciliar a produção de texto e a gramática que é um dos principais problemas do aluno na disciplina de português.
Já na parte de participação de direção, coordenação e funcionários há um certo desinteresse, pois tentamos nos comunicar sobre e não conseguimos no grupo, já os professores buscam material e conversar com a gente cursistas do gestar II, para melhorar também sua comunicação com seus alunos e ideias de atividades.”

terça-feira, 4 de agosto de 2009

FECHAMENTO DO PRIMEIRO SEMESTRE/2009

CONFRATERNIZAÇÃO








CURSISTAS VILA-RIQUENSES





FECHAMENTO DO PRIMEIRO SEMESTRE/2009
GESTAR II VILA RICA/MT
FORMADORES: CÉLIO PEREIRA CIRINO e VALCIR TREVISAN
MATEMÁTICA E LÍNGUA PORTUGUESA

Na última oficina do semestre apresentamos o slide FELIZ METADE DO ANO com todos os cursistas presentes(matemática e língua portuguesa).
No final, os professores cursistas propiciaram um momento de confraternização com um lanche.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

UNIVERSO DAS FORMAS












UNIVERSO DAS FORMAS
SESSÃO COLETIVA 5 VILA RICA MT
13/07/2009
FORMADOR: CÉLIO PEREIRA CIRINO

Esta oficina do TP3 unidade 9 propõe um trabalho com o conceito de poliedros no universo dos sólidos que realizou no dia 13 de julho de 2009 das 14:30 às 18:30h na UNEMAT/ VILA RICA – MT.
Iniciamos a oficina com a apresentação de um slide de motivação FELIZ METADE DO ANO, com o intuito que os cursistas tivessem o motivo para superarem as dificuldades apresentadas no decorrer do curso e buscarem novos caminhos nos estudos dos TPs.
Após a discussão deste slide partimos para os trabalhos da oficina. Na parte A, foi dividida a turma em duplas para discutir a atividade 1 letra a. Com isso, foi proposto para buscar no TP a caracterização de um poliedro para que fosse possível desenvolver a mesma. Posteriormente foi entregue o material para os professores cursistas como: cartolina, tesoura e fita durex, para que pudessem criar alguns polígonos distintos entre si com a cartolina, e ir juntando com durex até formar um suposto poliedro. Depois de pronto, verificaram se o mesmo satisfez todas as condições para ser um poliedro. Nesta primeira atividade pude perceber que aqueles alunos que tinham dedicado na leitura do TP (Caderno de Teoria e Prática) conseguiram fazer uma melhor análise do poliedro construído. Assim, fui passando nas duplas auxiliando nas discussões para formação e construção do conceito do poliedro através do seu material construído.
Em seguida foi entregue outros materiais, como: papelão, canudinhos e linhas para que eles pudessem criar um prisma, e nessa construção os cursistas verificavam os vários conceitos utilizados nos prismas como: arestas, faces, vértices, prismas retos, prismas oblíquos, faces laterais, bases, além de verificar se o que construíram, podia ou não satisfazer as condições de prisma.
Na discussão coletiva sobre as dificuldades apresentadas no estudo da unidade 9 do TP 3, ficou um pouco a desejar devido alguns cursistas não terem feito um estudo de toda unidade, por isso procurei levantar questões sobre alguns pontos da unidade referida, mostrando a relevância dos estudos para entender bem conceitos.
Passamos então para a parte B, quanto à discussão da transposição didática foi apresentado um slide com várias figuras planificadas de caleidociclo. Em seguida desenvolveram a atividade 3 da parte B, na qual cada um construiu o seu caleidociclo, com uma malha triangular. Na construção, pude notar o grau de paciência que os professores/cursistas precisam ter, pois precisaram de muita delicadeza tanto para fazer as dobraduras como para sua montagem. Assim, os professores/cursistas mostraram-se imbuídos neste processo para a construção do caleidociclo, como também, no momento de trabalhar a matemática a ele envolvida como: área total da superfície, comprimento da circunferência, raio do círculo, volume e sua dimensão. Isso mostra que a atividade mexeu com a turma para construção de conceito de maneira prazerosa.
Na parte C, foi possível chamar a atenção dos presentes, para a próxima unidade fazendo alguns questionamentos quanto ao observar quais das figuras poligonais seriam possíveis recobrir um plano sem deixar espaço entre eles. Nesta discussão, as figuras que não geraram consenso quanto ao recobrimento da área sem fazer superposições, foi proposto que fizessem o desenho em casa, e verificassem esta possibilidade.